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Lula defende Dilma e a mulher brasileira

Dicas de saúde

  • TABAGISMO – A nicotina prejudica a irrigação periférica do organismo e consequentemente a defesa contra doenças.
  • ÁLCOOL – O consumo excessivo prejudica o sistema respiratório e é fonte para várias doenças, como as pneumonias
  • ALIMENTAÇÃO – Evite frituras e alimentos gordurosos. Prefira verduras e frutas, alimentos ricos em fibras e cereais. Evite refrigerantes. Beba muita água.
  • ATIVIDADE FÍSICA – Comece na infância e faça durante toda a vida.
  • SOL – Evite ficar exposto ao sol das 10 horas às 16 horas. Use regularmente filtro solar.
  • PESO - Controle seu peso e evite a obesidade. O sobrepeso está relacionado a inúmeras doenças graves, como as coronarianas.
  • BEM-ESTAR – Cuide da saúde mental: leia, escolha hobbies, faça o que gosta, visite os amigos, mantenha boa relação com a família e procure dormir bem.
  • CHECK-UP – Procure o médico pelo menos uma vez por ano. Em caso de intercorrências nesse período, busque assistência médica. Quem tem doenças crônicas, como hipertensos, devem ficar atentos a variações da pressão.
  • VACINAÇÃO – Se informe sobre as vacinas disponíveis no mercado para crianças e adultos e, na medida do possível, previna-se de doenças imunizando-se contra elas.
  • DST – Defenda-se contra doenças sexualmente transmissíveis mantendo hábitos saudáveis de vida e usando preservativos

PSDB abandona o candidato José Serra

PSDB em Anápolis, upload feito originalmente por @luizzmendes.

O comitê do PSDB em Anápolis não traz a foto do candidato a presidente, José Serra. É o fenômeno da cristianização do candidato, ou seja, ou abandono depois do lançamento da campanha. Isto já ocorreu em outras campanhas eleitorais no Brasil e o exemplo que deu origem ao folclore político foi o abandono do candidato Cristiano Machado, do PSD, nas eleições presidenciais de 1950. O partido abandondou sua candidatura em favor de Getúlio Vargas, que venceu as eleições.

Renato Mendes, mestre em Filosofia

.Renato Mendes, mestre em Filosofia, upload feito originalmente por @luizzmendes.

Renato Mendes obteve o título de Mestre em Filosofia, pela Faculdade de Filosofia da Universidade Federal de Goiás. A defesa da dissertação aconteceu em 27/08, com o tema “O Realismo Modal de David Lewis: uma opção pragmática”.  Participaram da Banca examinadora os professores Dra. Araceli Rosich Soares Velloso (UFG), Prof. Dr. André da Silva Porto (UFG)  e Prof. Dr. César Augusto Mortari (UFSC). Leia mais no site do mestre: www.biocosmo.blogspot.com

Um salve para o nosso sobrinho!

O Aleph

Por Luiz Carlos Mendes – No twitter: @luizzmendes

Sempre gostei dos livros do Paulo Coelho e lembro com alegria de vários: “O Diário de um  Mago”, “O Alquimista”, o “Manual do Guerreiro da Luz”. Leituras encantadoras. Parceiro de Raul Seixas, Paulo Coelho, chamado de “O Mago”, é um autor controverso, criticado, mas um grande escritor e que hoje está na Academia Brasileira de Letras. Os pedidos do mago, de se tornar um escritor conhecido em todo o mundo, foram atendidos.

Também gosto muito de livros e vendo-os na internet, em uma pequena livraria digital, hospedada na Estante Virtual (http://www.estantevirtual.com.br/acervo/oaleph), um sistema eletrônico de venda de livros, que disponibiliza o acervo de 1780 sebos e livreiros e conta hoje com uma oferta de mais de 17 milhões de livros. Vale a pena conhecer, pois neste sebo eletrônico você sempre encontra o livro que procura, por um preço acessível.

O nome da livraria que mantenho na Estante Virtual é exatamente “O Aleph” e por isso me chamou a atenção o novo livro de Paulo Coelho, que estou aguardando chegar dos Correios para iniciar a leitura (Em Anápolis ainda não temos uma livraria, é preciso comprar livros pelo Correio).

O Aleph, segundo a resenha da editora Sextante, marca a volta de Paulo Coelho às origens. Num relato pessoal, ele revela como uma grave crise de fé o levou a sair à procura de um caminho de renovação e crescimento espiritual. Para se reaproximar de Deus, o mago resolve começar tudo de novo: viajar, experimentar, se reconectar às pessoas e ao mundo. E assim, entre março e julho de 2006, guiado por sinais, visita três continentes – Europa, África e Ásia –, lançando-se em uma jornada através do tempo e do espaço, do passado e do presente, em busca de si mesmo.

Ao longo da viagem, Paulo vai, pouco a pouco, saindo do seu isolamento, se despindo do ego e do orgulho e se abrindo à amizade, ao amor, à fé e ao perdão, sem medo de enfrentar os desafios inerentes à vida. Da mesma maneira que o pastor Santiago em O alquimista, o escritor descobre que é preciso ir para longe a fim de compreender o que está perto. A peregrinação o faz se sentir vivo novamente, capaz de enxergar o mundo com olhos de criança e de encontrar Deus nos pequenos gestos cotidianos.

Em um trecho do livro Paulo Coelho fala dessa sua busca pela paz:  “Quando tinha 22 anos, comecei a me dedicar ao aprendizado da magia. Passei por diversos caminhos, andei à beira do abismo, escorreguei e caí, desisti e voltei. Imaginava que, quando chegasse aos 59 anos, estaria perto do paraíso e da tranqüilidade absoluta que penso ver nos sorrisos dos monges budistas. Mas a busca da paz tem seu preço, e me pergunto: até onde estou disposto a chegar?”

Mas, voltando à livraria. No meu caso a inspiração para o nome da livraria veio do título de um fantástico conto do bruxo argentino Jorge Luis Borges, para quem O Aleph é uma porta para o universo. Publicado em 1949, “O Aleph” é considerado pela crítica um dos pontos culminantes da ficção de Borges. Interessante lembrar que o bruxo argentino é um escritor que tem influenciado a muitos, inclusive ao Paulo Coelho. Pela segunda vez o Mago utiliza no título dos seus livros o mesmo título utilizado por Borges em seus contos. Primeiro foi “O Zahir” e agora “O Aleph”.

E, para concluir, lembro que o Aleph é uma letra misteriosa, com muitos significados. É a primeira letra de alfabetos antigos e sobre o seu sentido nos ensina o mestre Omraam Mikhaël Aïvanhov:

“Para quem sabe interpretá-las, as cartas do Tarot estão cheias de significados. Consideremos a primeira carta, o Mago, que corresponde à primeira letra do alfabeto hebraico, Aleph. Ela representa um homem sentado diante de uma mesa, com um braço erguido e o outro para baixo. É, pois, um homem que está a agir.

Mas, o que faz ele? Por intermédio do braço erguido, está em contacto com o Céu, e, por intermédio do braço que está para baixo, está em contacto com a terra, com os humanos. As forças do Céu que ele recebe atravessam-no e ele dá-as à terra.

Ele é a letra Aleph (a), que, esquematicamente, se assemelha a um homem com um braço estendido para o Céu e outro estendido para a terra.Mas ser Aleph é também saber pegar nas forças da terra e projectá-las para o Céu, ou seja, manifestar-se como um intermediário.

Foi o que Jesus expressou ao dizer: “Ninguém pode ir ao Pai senão através de mim”. Aleph é um símbolo do homem perfeito, porque, estando ligado ao Céu, ele trabalha para a terra, para toda a humanidade.”

Maktub!

Prefeito participa da abertura da 13ª Exposição de Orquídeas de Anápolis

O prefeito Antônio Gomide participou da abertura da 13ª Exposição de Orquídeas de Anápolis, que se realiza no Anashopping. O presidente da Associação dos Orquidófilos, Afonso Vasques, agradeceu o apoio da Prefeitura Municipal e disse que a Exposição “está muito bonita” e prossegue até domingo, dia 1/8.

A orquidofilia em Anápolis

Cartaz da 13ª Exposição de Orquídeas de Anápolis, realizada em 2010.

Acontece em Anápolis, entre os dias 30 de julho e 1º de agosto, a 13ª Exposição Nacional de Orquídeas de Anápolis, atividade que integra as comemorações do aniversário da cidade. A exposição é promovida pela Associação Orquidófila de Anápolis, com o apoio da Prefeitura Municipal, e constitui, segundo o presidente da entidade, Afonso Vasques, uma grande oportunidade para que o público conheça mais sobre esta atividade e também possa adquirir plantas de alta qualidade, com preços reduzidos.

Esta exposição anual é uma das principais atividades da Associação Orquidófila de Anápolis, entidade fundada em 03 de agosto de 1996 e que tem entre os seus objetivos incentivar e divulgar o cultivo de orquídeas em nosso município. Para atingir esse objetivo a entidade promove exposições anuais e mostras de orquídeas, sempre com a presença de vendedores de outros estados e com a realização de cursos para iniciantes. Contando atualmente com 32 associados, a entidade realizada reuniões mensais, com palestras e outras atividades.

Orquidofilia é a atividade voltada para o cultivo e o conhecimento das orquídeas, uma das mais nobres famílias de flores que o mundo conhece. Trata-se de uma atividade cultural e técnica, que exige estudo e dedicação. É muito difundida no Brasil, inclusive em Goiás, onde diversas associações congregam as pessoas que amam e cultivam as orquídeas.

A Associação Orquidófila de Anápolis foi fundada em 1996 e nesse período foi conduzida por três presidentes: Valdinho Chaveiro, fundador da entidade, José Francisco e o atual presidente, Afonso Vasques. A entidade anapolina é filiada à Coordenadoria das Associação Orquidófilas do Brasil (CAOB) e também à recém criada Federação das Associações Orquidófilas do Cerrado, que  congrega as associações de Goiás, Distrito Federal e Triângulo Mineiro.

A Associação tem como principal atividade a realização da Exposição Anual, evento que mobiliza uma média de seis a oito vendedores profissionais, geralmente do Estado de São Paulo, que disponibilizam plantas, adubos e outros equipamentos especializados. A exposição é dividida em duas partes: a venda de plantas e a exposição e premiação das melhores plantas, com a participação de orquidófilos de Anápolis e região.

Além do apoio da Prefeitura Municipal, sempre presente ao longo dos últimos anos, a exposição conta também com o apoio de algumas empresas da cidade, como o Café Rancheiro, TV Tocantins, Caixa Econômica Federal, Laboratório Evangélico, Hotel Via Universitária, Floreslândia Decorações, Paixão Grill, Água Mineral Nina e da imprensa em geral. A exposição é sempre realizada em dos shoppings da cidade e mobiliza uma média de 20 mil visitantes. Um acontecimento!

Orquidário Municipal

Ao longo destes anos de atuação, a Associação Orquidófila vem lutando para conseguir implantar, em Anápolis, um Orquidário Municipal. Trata-se de um local destinado à visitação pública, de forma permanente, funcionando também como um ponto de venda de plantas.

O primeiro passo nesse sentido ocorreu com a aprovação da Lei Municipal nº 3.166, de 07 de dezembro de 2005, que criou o Orquidário Municipal de Anápolis, como unidade administrativa da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. A lei prevê ainda que o Orquidário Municipal deverá ser instalado nas dependências da Floricultura Municipal, localizada no Bairro Jundiaí, hoje transformada no Parque Ambiental Ipiranga.

A obra, porém ainda não saiu do papel, não tendo sido implantada na gestão anterior, que se limitou a aprovar a lei e elaborar um projeto arquitetônico.  A atual Administração, por sua vez, vem resistindo à implantação do Orquidário, alegando que não tem recursos para este benefício, embora venha investindo em outros setores ambientais. Trata-se, porém de uma obra simples, que pode ser implantada com facilidade, conforme se pode ver no orquidário mantido pela Prefeitura de Goiânia no Bosque dos Buritis: uma obra simples e barata, com muitos benefícios para a população.

Diretoria

A atual diretoria da Associação  Orquidófila de Anápolis tem a seguinte composição: Presidente, Afonso Vasques; Vice-presidente, Laurent Quèno; 1º Secretário, Luiz Carlos Duarte Mendes; 2º Secretário, Leslie Brossi Alemi; 1º Tesoureiro, Neusa Vasques; 2º Tesoureiro, Regina Célia Mendes e Diretor Social, Onaide Santillo. Integram o Conselho Fiscal Gilvanete Honorato e Chesman Gley de Souza Cruz.

Código de Ética dos Índios Norte-Americanos

Levante com o Sol para orar.
Ore sozinho. Ore com freqüência.
O Grande Espírito o escutará, se você ao menos, falar.

Seja tolerante com aqueles que estão perdidos no caminho.
A ignorância, o convencimento, a raiva, o ciúme e a avareza,
originam-se de uma alma perdida.
Ore para que eles encontrem o caminho do Grande Espírito.

Procure conhecer-se, por si mesmo.
Não permita que outros façam seu caminho por você.
É sua estrada, e somente sua.
Outros podem andar ao seu lado, mas ninguém pode andar por você.

Trate os convidados em seu lar com muita consideração.
Sirva-os o melhor alimento, a melhor cama
e trate-os com respeito e honra.

Não tome o que não é seu.
Seja de uma pessoa, da comunidade,
da natureza, ou da cultura.
Se não lhe foi dado, não é seu.

Respeite todas as coisas que foram colocadas sobre a Terra.
Sejam elas pessoas, plantas ou animais.

Respeite os pensamentos, desejos e palavras das pessoas.

Nunca interrompa os outros nem ridicularize, nem rudemente os imite.
Permita a cada pessoa o direito da expressão pessoal.

Nunca fale dos outros de uma maneira má.
A energia negativa que você colocar para fora no universo,
voltará multiplicada a você.

Todas as pessoas cometem erros.
E todos os erros podem ser perdoados.

Pensamentos maus causam doenças da mente,
do corpo e do espírito.
Pratique o otimismo.

A natureza não é para nós, ela é uma parte de nós.
Toda a natureza faz parte da nossa família Terrenal.

As crianças são as sementes do nosso futuro.
Plante amor nos seus corações e ágüe com sabedoria e lições da vida.
Quando forem crescidos, dê-lhes espaço para que cresçam.

Evite machucar os corações das pessoas.
O veneno da dor causada a outros, retornará a você.

Seja sincero e verdadeiro em todas as situações.
A honestidade é o grande teste para a nossa herança do universo.

Mantenha-se equilibrado. Seu corpo Espiritual, seu corpo Mental,
seu corpo Emocional e seu corpo Físico:
todos necessitam ser fortes, puros e saudáveis.
Trabalhe o seu corpo Físico para fortalecer o seu corpo Mental.
Enriqueça o seu corpo Espiritual para curar o seu corpo Emocional.

Comece sendo verdadeiro consigo mesmo.
Se você não puder nutrir e ajudar a si mesmo, você não poderá nutrir e ajudar os outros.

Respeite outras crenças religiosas.
Não force suas crenças sobre os outros.

Compartilhe sua boa fortuna com os outros.
Participe com caridade.

O pão de queijo do J. Pereira

Por José Mendonça Teles – O Popular

Você já foi ao J. Pereira? Não, então vá, lá tem pão de queijo quentinho, feito na hora, então vá. Lá tem uma variedade de biscoitos, sucos, cafezinho e o tratamento vip de seu proprietário Hermógenes Pereira. Fica ali na Rua 55, nº 458, no histórico Bairro Popular.

Se o proprietário se chama Hermógenes, onde entra então o Jota? Homenagem ao meu pai José Pereira Cardoso, diz Hermógenes, com o seu jeito alegre e comunicativo. De manhãzinha, os fregueses vão chegando e encostando-se no balcão e os pães de queijo, quentinhos, vão sendo servidos, sem atropelo, e o proprietário cumprimentando a todos com sorriso de seja bem-vindo. Não há mesas, o atendimento é no balcão, onde os fregueses vão se ajeitando, formando rodinhas e sempre atentos para não queimarem a mão nem a boca, pois os biscoitos chegam sapecando.

Conheci o J. Pereira através de meu saudoso amigo e jornalista Domiciano de Faria, que me levou, juntamente com meu irmão Gilberto, para conhecer o tão falado J. Pereira. A partir de então, mesmo morando na Rua 89, no Setor Sul, e lecionando na Católica, sempre que possível fazia meu desjejum no J. Pereira. Não há como desviar o caminho, em poucos minutos já estava lá degustando os saborosos pães de queijo.

Desde a primeira vez que fui, chamou-me a atenção os inúmeros quadros fixados na parede contendo reportagens de jornais sobre a casa e fotos do glorioso Dragão Campineiro, isto mesmo, Hermógenes é torcedor apaixonado do Atlético Clube Goianiense, meu clube de coração, onde joguei e marquei meus golzinhos.

Daí minha perfeita interação com o Hermógenes, que é mineiro de Ponte Nova, casado, tendo seis filhos e duas netas. A fama dos pães de queijo de J. Pereira nesses 46 anos, sempre funcionando no mesmo lugar, ultrapassou os domínios do Bairro Popular e suas filiais já são seis, esparramadas por vários cantos de Goiânia, dirigidas por seus familiares.

Vá, de manhã, ao J. Pereira da Praça Tamandaré, na da Rua 136, está sempre lotada de fregueses. O J. Pereira na Rua 55 fez história, pessoas do mundo político passaram por lá, como os ex-governadores Iris Rezende Machado, Otávio Lage de Siqueira, Ary Valadão, Henrique Santillo e o deputado federal Ronaldo Caiado e tantos outros, e tantos escritores, professores que Hermógenes vai citando de memória.
Este cronista, enquanto vai soprando o pão de queijo, tentando esfriá-lo, observa a clientela, funcionários públicos, empresários, comerciários, todos se ajeitando em torno do balcão e fazendo o pedido, enquanto Hermógenes, sempre alegre e brincalhão, vai atendendo sua enorme e tradicional freguesia

O Popular – 16/07/2010

42ª Semana Espírita de Anápolis

O palestrante Emídio Brasileiro abordou o tema “Novos Desafios para o Terceiro Milênio”

Sob a coordenação do Conselho Espírita Regional foi realizada, entre os dias 4 a 10 de julho deste ano, a 42ª Semana Espírita de Anápolis, com palestras, venda de livros e evangelização infantil. Entre os palestrantes anotamos Denizard de Souza, com o tema “Missionários da luz a serviço da paz”; João Rabelo, que falou sobre “Chico Xavier”; Cleomar Castro Lopes, com o tema “Missão: Dívida ou Punição?”; Euripedes Barsanulfo, que falou sobre “Meio Ambiente”; Emídio Falcão Brasileiro, com o tema “Novos Desafios para o Terceiro Milênio”; Eurico Alarcão, que falou sobre “Os missionários anônimos” e no encerramento o palestrante Henri Heini Olivier, com o tema “Missionários em tempo de transição”.  O vídeo das palestras pode ser obtido no endereço http://www.palestrasespiritas.com.br


Perfil

Luiz Carlos Mendes, jornalista, com interesse em Política, Cultura Digital, Meio Ambiente e Espiritualidade. Ligado no mundo e na minha aldeia: Anápolis, em Goiás.

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