O Duplo, de Dostoiévski

O DUPLO

“O sonho de um homem ridículo”, de Dostoiévski, foi uma das leituras realizadas este ano.

Depois de ler “O Inquisidor” e o “O sonho de um homem ridículo”, o nosso grupo de leitura – Tertúlia literária – se reuniu no início deste mês de julho para ler o livro “O Duplo”, concluindo assim um rápido ciclo de leituras de mestre russo Dostoiévski. No próximo encontro vamos ler e discutir o livro “Memórias Póstumas de Braz Cubas“, do nosso Machado de Assis.

O DUPLO

O livro integra a Coleção Leste, da Editora 34, tem tradução do professor Paulo Bezerra e é ilustrado com desenhos de Alfred Kubin (1877-1959). Publicado em 1846, o Duplo é o segundo livro de Dostoiévski e tem como personagem central um “pobre diabo”: o burocrata Yákov Pietróvitch Golyádkin, funcionário público “pertencente à nona classe na escala burocrática”, que, vivendo em uma  ‘solidão cinzenta’ e sem nenhuma perspectiva de ascensão funcional ou social, acaba por desenvolver um problema de ordem psicológica – duplicidade ou desdobramento da personalidade -, que o leva à loucura.

TERTÚLIA LITERÁRIA

Tertúlia

Este Grupo de leitura foi criado e é coordenado pela psicóloga Priscilla Lima, professora e pesquisadora no Programa de Pós-graduação em Psicologia na Universidade Federal de Goiás que, segundo a própria, “é louca por livros e café”. Faz reuniões mensais, para a leitura de obras clássicas da literatura, e é integrado também por este blogueiro e pelos amigos Pedro e Rosana Sahium,  Marluce, Samara, Maria Clara Sahium, Jaqueline Ribeiro e conta também com a participação do professor Antônio de Deus. A nossa coordenadora Priscila Lima mantém o blog  Litteratus, dedicado à literatura, psicanálise e cultura. Faça uma visita.

DOSTOIÉVSKI

Dostoievski - imagem

Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski nasceu em Moscou a 30 de outubro de 1821, e estreou na literatura com Gente pobre, em 1846. Após ser preso e condenado à morte pelo regime czarista em 1849, teve sua pena comutada para quatro anos de trabalhos forçados na Sibéria, experiência retratada em Recordações da casa dos mortos (1862). Após esse período, escreve uma sequência de grandes romances, como Crime e castigo e O idiota, culminando com a publicação de Os irmãos Karamazov em 1880. Reconhecido como um dos maiores autores de todos os tempos, Dostoiévski morreu em São Petersburgo, a 28 de janeiro de 1881.

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STJ restabelece condenação de Giuseppe Vecci por improbidade 

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) conheceu do agravo interposto pela Procuradoria de Recursos Constitucionais para dar provimento ao recurso especial do MP, restabelecendo a sentença que condenou o ex-secretário estadual Giuseppe Vecci pela prática de ato de improbidade administrativa.O recurso foi impetrado contra acórdão do Tribunal de Justiça de Goiás, de 2013, que entendeu não caracterizar ato de improbidade administrativa, previsto no artigo 11 da Lei n° 8.429/92, a conduta do então secretário, que dispensou licitação fora das hipóteses previstas na legislação para contratação direta de empresa de ensino da qual ele é sócio-proprietário. O TJGO considerou ainda que não houve má-fé nem prejuízo ao erário. A Faculdade Cambury, de Vecci, foi contratada para ministrar cursos de aperfeiçoamento a funcionários públicos.O Ministério Público sustentou que, para configurar ato ímprobo descrito na Lei de Improbidade Administrativa, basta o dolo genérico, sendo dispensável a comprovação de qualquer outra finalidade. Ao restabelecer a sentença condenatória, o ministro do STJ, relator no RE n° 557.471-GO (2014/0175781-2), afirmou ser entendimento do órgão, no que que se refere à Lei de Improbidade Administrativa, ser suficiente a presença do dolo genérico na conduta do agente, que consiste tão somente na vontade de realizar ato que atente contra os princípios da administração pública. Fonte: MP-GO

Fonte: STJ restabelece condenação de Giuseppe Vecci por improbidade Postado em 4 de julho de 2017 às 11:30 – oanapolis

Congresso Jurídico-Espírita Brasileiro

Conjebras

A AJE-BRASIL (Associação Jurídico-Espírita do Brasil) promove o 2° CONJEBRAS (Congresso Jurídico-Espírita Brasileiro). O tema central será “Dignidade humana: valor universal, desafio para o século 21”.

O evento ocorrerá de 07 a 09 de setembro de 2017, em Goiânia, no auditório da Federação Espírita do Estado de Goiás (FEEGO).

A AJE-BRASIL propõe à sociedade brasileira, na semana da Pátria, o debate sobre importantes diretrizes para avançarmos no processo de construção de uma sociedade justa, fraterna e igualitária.

Temas sensíveis e importantes para a superação de um estado social ainda próximo de situações primitivas serão tratados no evento. Entre eles, a questão dos refugiados, da população carcerária brasileira, da exploração socioeconômica, da afetividade na família contemporânea, da valorização da vida ante a perspectiva materialista.

Fonte: AJE BRASIL

49a. Semana Espírita de Anápolis

José J. Veiga e a Normalidade do Absurdo

Fonte: José J. Veiga e a Normalidade do Absurdo ~ Croqui Blog Literário

SAO PAULO 06-03-2015 O ESCRITOR JOSÉ J. VEIGA. FOTO ARQUIVO PESSOAL

José J. Veiga nasceu no dia 2 de fevereiro de 1915, em Corumbá de Goiás. Mudou-se para o Rio de Janeiro, onde estudou na Faculdade Nacional de Direito. Foi comentarista na BBC de Londres e trabalhou como jornalista d’O Globo e da Tribuna da Imprensa, entre outros veículos. Aos 44 anos, estreou na literatura com Os Cavalinhos de Platiplanto. Seus livros foram traduzidos para diversos países, entre eles Portugal, Espanha, Estados Unidos e Inglaterra, e pelo conjunto da obra ganhou o prêmio Machado de Assis, outorgado pela Academia Brasileira de Letras, além de três Jabutis. Faleceu no dia 19 de setembro de 1999.

Memórias da ditadura – A maior referência na web sobre a ditadura militar no Brasil

Conforme relata o LE MONDE DIPLOMATIC BRASIL, o portal “Memórias da ditadura” do Instituto Vladimir Herzog, realizado em parceria com a Secretaria Nacional de Direitos Humanos e o Pnud, com a participação do jornalista André Deak, é sem dúvida o trabalho mais extenso que existe on-line sobre o período entre 1964 e 1985. Destaque para o mapa em que se podem ver ou deixar depoimentos de suas memórias sobre o período, já com histórias incríveis e emocionantes. http://memoriasdaditadura.org.br.

Fonte: Memórias da ditadura – A maior referência na web sobre a ditadura militar no Brasil

Secretaria de Cultura divulga filmes do 7º Anápolis Festival de Cinema

Fabiana Assis
A cineasta goiana Fabiana Assis estará
presente com o filme “Real Conquista”.

O 7º Anápolis Festival de Cinema acontece entre os dias 24 e 31 de julho e os filmes que serão apresentados nas mostras competitivas foram selecionados e divulgados nesta semana pela Secretaria Municipal de Cultura (confira abaixo a lista).

Sobre a distribuição de prêmios, o secretário de Cultura, Erivelson Borges, destaca que cada um dos filmes vencedores nas categorias Melhor Curta-Metragem de Ficção Nacional, Melhor Curta-Metragem de Ficção do Centro-Oeste e Melhor Curta-Metragem Documentário do Centro-Oeste ganham R$ 10 mil. As categorias Melhor Direção, Melhor Atuação, Melhor Roteiro, Melhor Fotografia, Melhor Edição e Melhor Trilha Sonora levam R$ 1 mil de premiação.

Para os curtas anapolinos de ficção ou documentário há uma premiação especial – o Prêmio Incentivar – no valor de R$ 30 mil. O vencedor nesta categoria fica com o compromisso de produzir um curta para exibição na abertura do Anápolis Festival de Cinema do ano seguinte. Outro incentivo para os realizadores do audiovisual anapolino é o Prêmio Walter Webb, que concede R$ 5 mil para curtas de ficção ou documentário.

A mostra Filme do Minuto Anapolino, lançada na quinta edição do Anápolis Festival de Cinema, a partir deste ano é destinada somente aos estudantes do Ensino Médio. As produções audiovisuais de até 60 segundos serão selecionadas e submetidas a voto popular durante o evento. O ganhador leva um prêmio de R$ 2 mil para casa.

Filmes selecionados

DOCUMENTÁRIOS – CENTRO-OESTE

Meu nome é Coraci (11min, Goiânia, 2017), de Adan Sousa.

– Para não esquecer (09min, Goiânia, 2016), de Rafael de Almeida.

– Real Conquista (15min, Goiânia, 2016), de Fabiana Assis.

– Retratos da alma (20min, Brasília, 2016), de Leonardo Bello.

– Zaragata (10min, Goiânia, 2016), de Daniel Oliveira.

FICÇÕES – CENTRO-OESTE

– Fantasma cidade fantasma (14min, DF, 2016), de Pedro B.

Intocável (17min, Goiânia, 2017), de Matheus Medeiros.

– O pequeno pé grande (15min, Brasília, 2016), de Leo Bello.

– Passagem (25min, Goiânia, 2016), de Ernesto Rheinboldt , Thomaz Magalhães.

– Viúve negra (15min, Goiânia, 2017), de Vanessa Gouveia.

FICÇÕES NACIONAIS

– Aquela rua tão triumpho (16min, São Paulo, 2016), de Gabriel Carneiro.

– Eclipse solar (26min, Espírito Santo, 2016), de Rodrigo de Oliveira.

– Dimante, o Bailarina (22min, São Paulo, 2016), de Pedro Jorge.

– Em torno do sol (12min, Rio Grande do Norte, 2016), de Julio Castro, Vlamir Cruz.

– Os desejos de Míriam (20min, Alagoas, 2016), de Nuno Balducci.

DOCUMENTÁRIOS E FICÇÕES ANAPOLINOS

– Enzo (18min, Anápolis, 2016), de Daniel Duarte.

– Garota do parque (12min, Anápolis, 2017), de Julius César.

– Ida sem volta (19min, Anápolis, 2017), de Kallebe Rodrigues.

– Indelével (20min, Anápolis, ) DOC, de José Akashi Junior.

– João de Barro (22min, Anápolis, 2017), de Absair Weston.

– Kouka (11min, Anápolis, 2017), de Jackeline Weston.

– Morgana (7min, Anápolis, 2017), de Elizete França.

– O tempo de Tomás (11min, Anápolis, 2017), de Jackeline Weston.

– Sistema de segurança (19min, Anápolis, 2017), de Jonathas Veloso .

– SOS lojistas do Terminal (9min, Anápolis, 2017), de Alvinan Magno.

FESTIVAL DO MINUTO

– Bullyng

– Vida