44ª Semana Espírita de Anápolis

O Conselho Espírita Regional (CER – 9ª Região) está coordenando a realização da 44ª Semana Espírita de Anápolis, que acontece no período de 1º a 07 de julho, no auditório do Forum de Anápolis. É uma oportunidade para quem quer conhecer melhor a doutrina de Allan Kardec e o tema central do encontro é “Espiritismo: uma nova era para a humanidade”.

SEMINÁRIO

O encontro tem início no domingo (dia 1º/7) pela manhã, quando acontece um seminário com Suely Caldas Schubert, que fala sobre “Mediunidade e Transição Planetária”, com início às 9 h e encerramento às 12 h.

PALESTRAS – 20 HORAS

01/07 – Suely Caldas Schubert – Espiritismo: uma nova era para humanidade.
02/07 – Marta Antunes – A desintegração familiar
03/07 – Max Lânio Lacerda – Terra: planeta de regeneração
04/07 – Heber Carlos de Oliveira – A crise de consciência e os valores morais
05/07 – Henri Heine Olivier – A grande transição
06/07 – Carlos Campetti – O Juízo Final da visão espírita
07/07 – Geraldo Campetti – As alegorias apocalípticas do Evagelho

Livro conta a história da comunidade árabe em Anápolis

A história da comunidade árabe em Anápolis está sendo contada na obra “Dos Cedros ao Cerrado – História dos sírios e libaneses de Anápolis”, que será lançada nesta sexta feira, dia 20, as 19 h, no Espaço Lune, localizado às margens da BR 153. O livro foi escrito por Amador de Arimathéa, historiador anapolino e Lindberg Cury, membro da comunidade árabe.

Amador de Arimathéa explica que o livro relata desde a chegada do primeiro árabe, Joaquim Ésper, à Anápolis em 1903 até a atualidade. Segundo o autor, a obra cita 203 famílias integrantes da Comunidade Sírio Libanesa, composta hoje por 1322 membros. “Eu tive o prazer de conhecer o Oriente Médio e sei que sou filiado umbilicalmente à raça árabe. O nosso objetivo é resgatar a memória desta comunidade”, afirma.

O outro autor da obra, Lindberg Cury, tem laços genéticos árabes. Filho de libaneses que chegaram à Anápolis em 1918, sempre teve vontade de contar a história dos descendentes. “Sempre tive admiração por este povo que já passou por inúmeras lutas. Nada mais justo do que contar um pouco desta história que também é minha”.